
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Juventude Terrazul realiza "Troca de Saberes"

quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Seminário discute a questão da Terra e as mudanças climáticas

segunda-feira, 13 de julho de 2009
Seminário inicia campanha da Juventude sobre Mudanças Climáticas
O seminário fez parte das atividades da Escola de Formação para a Juventude que este ano traz junto as juventudes as mudanças climáticas para o centro do debate. Além disso, a ação é parte da campanha do Mês de Mobilização da Juventude pelo Meio Ambiente (http://juventudepelomeioambiente.org.br/), que este mês promove várias ações ambientais em todo o país.
Durante o seminário, os jovens presentes tiveram oportunidade de conhecer mais sobre as principais negociações políticas e econômicas que vem sendo desenvolvidas no Brasil e no mundo. Uma das principais críticas feitas por Esther, é falta de prioridade do governo brasileiro em colocar em ação o Plano Nacional de Mudanças Climáticas, lançado em 2008. Os jovens traçaram ainda estratégias para chamar a atenção da população cearense para o momento histórico que acontecerá no próximo dia 7 de dezembro: a 15° edição da Conferência das Partes (COP) das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-15). Durante a COP, deverão ser discutidas e estabelecidas metas para reduzir os impactos no ambiente para diminuir as mudanças. É importante lembrar que faltam apenas 146 dias para a reunião.
A Campanha Mundial
A discussão sobre as mudanças relacionadas ao clima acontece no momento em que o G-8, grupo composto pelas sete principais economias do mundo mais a Rússia, chegam ao impasse quanto a redução das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa, uma prévia do que estará por vir nos próximos cinco meses.
Para isso, a Campanha Mundial deverá encabeçar uma série de ações ao longo do ano para chamar a atenção dos governos e da sociedade sobre a necessidade de garantir políticas públicas para as questões relacionadas as mudanças climáticas. A próxima ação está programada para o próximo dia 29 de agosto, quando faltará 100 dias para a COP-15. Para mais informações basta acessar o site da campanha em inglês www.tcktcktck.org (o som do relógio em inglês). O site da campanha brasileira (www.tictactictac.org.br) estará no ar nos próximos dias.
Temperatura pode subir cinco graus
O aquecimento global — fenômeno que vem provocando enchentes e secas, dentre outras mudanças climáticas em todo o Planeta — é uma questão urgente, porque seus efeitos têm repercussões na estrutura social e econômica da população mundial. As regiões semi-áridas do mundo serão as mais atingidas, como por exemplo, o Nordeste do País.
Caso sejam concretizados os prognósticos de aumento da temperatura global em dois graus, no semi-árido, a projeção, é de cinco graus. O alerta é de Esther Neuhaus, coordenadora do Fórum Brasileiro de Organizações Não-governamentais e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS), completando que esses prognósticos significam que irão ocorrer mais secas no semi-árido.
Mais de 80% do território cearense está localizado no semi-árido. Seguindo a análise de Esther Neuhause, é possível perceber que a elevação do clima na região terá um efeito dominó. Ou seja, escassez de água, dificuldade de produção de alimentos e aumento da migração das populações dessas áreas para os centros urbanos.
Considerando “inadequadas” as políticas públicas, questiona os modelos econômicos desenvolvidos pelos governos, inclusive o brasileiro, por não estarem em consonância com o problema das mudanças climáticas. “É uma incoerência o governo reduzir imposto para a compra de carro como forma de combater a crise financeira”, critica. Na sua opinião, existem instrumentos para combater os efeitos do aquecimento global, respeitando o direito ao desenvolvimento, priorizando o bem-estar da população e a inclusão social. A mudança da matriz energética é um deles, sugere, defendendo que a população precisa “fiscalizar e cobrar do poder público essas mudanças e questionar o modelo econômico”.
O tema foi discutido durante o seminário sobre “Mudanças Climáticas”, promovido pela Juventude Terrazul, encerrado sábado, às 13 horas, no auditório Murilo Aguiar da Assembléia Legislativa do Estado. Segundo Gabriela Barbosa Batista, presidente da Associação Terrazul, o objetivo do evento “é discutir as mudanças climáticas com a juventude”. Durante o evento, 50 jovens selecionados de universidades e de outros movimentos, debateram o tema. Trata-se de projeto financiado pelo Instituto Florestan Fernandes e o Fundo de Apoio para a Dinamização das Organizações Comunitárias de Base (FADOC).
O seminário constitui uma das atividades desenvolvidas pela Associação para divulgar a Conferência das Partes (CoP) da Convenção das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas, que será realizada nos dias 17 e 18 de dezembro deste ano, em Copenhagen (Dinamarca). “Os trabalhos de divulgação da Conferência vão continuar até novembro”, diz. Nessa perspectiva, serão produzidos novos seminários, além de material de divulgação. Gabriela Barbosa Batista aposta em ações educativas desencadeadas pelas novas.
terça-feira, 7 de julho de 2009
JUVENTUDE TERRAZUL PROMOVE SEMINÁRIO SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Para facilitar as discussões, estarão presentes Rubens Born, Coordenador do Instituto Vitae Civilis e do GT do Clima do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS) e Esther Neuhaus, Gerente Executiva do FBOMS. Nos últimos anos, os dois vêm acompanhando as negociações políticas relacionadas ao clima.
Desde a divulgação do relatório de avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças no Clima (IPCC, na sigla em inglês), em 2004, vêm crescendo o interesse por assuntos relacionados às questões climáticas. Contudo, além dos aspectos das transformações ambientais que vem ocorrendo, é necessário compreender as questões políticas, econômicas e sociais que estão ligadas a essas mudanças. As negociações pelo clima já começaram, e deverão ser acordadas em Dezembro, durante a 15° edição da Conferência das Partes (COP 15) das Organizações das Nações Unidas (ONU).
Este ano, a Escola de Formação para a Juventude irá trabalhar este ano com tema Mudanças Climáticas e Soberania Alimentar. O objetivo é qualificar o debate sobre os temas entre os jovens, estimulando-as a participarem da Campanha pelo Clima.
As formações da Escola acontecerão em Fortaleza, entre os meses de julho de 2009 a fevereiro de 2010. Serão cinco seminários temáticos: mudanças climáticas, água, terra, ar e fogo (fontes energéticas); seguidos de oficinas de educomunicação ligados aos temas discutidos (fanzine, rádio, teatro, vídeo, publicidade).
O projeto é organizado em parceria com a Associação Civil Alternativa Terrazul, Instituto Florestan Fernandes e o FADOC (Fundo de Apoio para a Dinamização das Organizações Comunitárias de Base) com o apoio do Conselho Municipal de Juventude (CMJ), Prefeitura Municipal de Fortaleza, Instituto Vitae Civilis, FBOMS.
MAIS INFORMAÇÕES:
Pelo telefone: (85) 32810246
Ou no blog: www.juventudeterrazul.blogspot.com
10 e 11 de julho de 2009
LOCAL: Auditório Murilo Aguiar da Assembléia Legislativa - Av. Desembargador Moreira, 2807 – Dionísio Torres – Fortaleza – Ce


sábado, 4 de julho de 2009
Lista de aprovados para a Escola de Formação sairá na próxima terça-feira!
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Prorrogada inscrições para Escola de Formação da Juventude
Organizada pela Juventude Alternativa Terrazul, em parceria com o Instituto Florestan Fernandes, FADOC- Brasil (Fundo de Apoio para a Dinamização das Organizações Comunitárias de Base) e a Solidarité Socialiste (Solsoc), a Escola terá formações políticas sobre Mudanças Climáticas e Soberania Alimentar. A proposta é que as juventudes possam conhecer e qualificar o debate sobre os temas relacionados ao clima.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail juventudeterrazul@gmail.com ou ainda pelo telefone (85) 32810246.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Inscrição para a Escola de Formação termina no dia 30 de junho
Serão aceitas inscrições individuais e de organizações de juventude (centros acadêmicos, associações comunitárias, coletivo jovem de meio, etc). Poderão participar das formações, jovens de 14 a 29 anos.Ao todo, serão selecionados 50 (cinquenta) jovens. A ficha de inscrição pode ser acessada no blog ww.juventudeterrazul.blogspot.com
As formações terão uma duração de 8 meses ( julho de 2009 a fevereiro de 2010). Durante o período, os jovens participarão de cinco seminários temáticos que irão ocorrer aos sábados e domingos: Mudanças Climáticas (introdução), Água, Terra, Ar e Fogo (fontes energéticas). Em seguida, ocorrem as oficinas de educomunicação (fanzine, rádio, teatro, vídeo e publicidade).
O primeiro seminário da Escola de Formação de Juventude acontecerá nos dias 10 e 11 de julho com a presença de Rubens Born, diretor da VItae Civilis, e Esther Neuhaus, do FBOMS (Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento).
A Escola de Formação da Juventude é organizado pela Juventude Alternativa Terrazul, em parceria com o Instituto Florestan Fernandes, FADOC- Brasil (Fundo de Apoio para a Dinamização das Organizações Comunitárias de Base) e a Solidarité Socialiste (Solsoc).
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail juventudeterrazul@gmail.com ou ainda pelo telefone (85) 32810246.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Juventude Terrazul encerra Escola de Formação da Juventude com oficina do PPA

A Juventude Alternativa Terrazul encerrou no último sábado dia 21 de Março a escola de formação da juventude que foi realizada com apoio do FADOC e teve como base três eixos: Segurança Alimentar e Nutricional, Ecossocialismo e o contexto ambiental de Fortaleza. A partir desses eixos, foram trabalhados temas como consumo consciente, discutindo a perspectiva do consumo de uma forma mais ampla, desde a relação com a cadeia de produção até o consumo final; agroecologia urbana, focando em alternativas como as hortas comunitárias e os jardins escola; e meio ambiente e juventude, a partir de um diagnóstico ambiental da cidade, no qual os jovens podem avaliar como o ordenamento urbano impacta o meio ambiente e traçam um olhar de como ficará a cidade no futuro, a partir do que está definido no plano diretor da cidade.
Além da participação dos/das jovens no FSM o Seminário da escola contou com a palestra “Diálogos com os movimentos de Juventude pelo Meio Ambiente”, ocorrido durante o IX Fórum Social Mundial (FSM), no dia 28 de janeiro, a Senadora Marina Silva e o Teólogo Leonardo Boff convocaram os mais de mil jovens em parceria com a Rede de Juventude pelo Meio Ambiente (REJUMA).
Participaram da escola cerca de 20 jovens estudantes da universidade, secundarista, Pastoral da Juventude e Meio Popular e LAMCE. O encerramento aconteceu com uma oficina preparatória do PPA (Plano Plurianual Participativo) realizada pela Coordenadoria de Juventude e Orçamento Participativo da Prefeitura de Fortaleza
A oficina do PPA faz parte de uma preparação o Encontro Deliberativo do Plano Plurianual (PPA) para a Juventude que acontecerá dia 28 de Março. Os Encontros são uma das etapas do PPA Participativo, onde a cidade pode propor programas e eleger as áreas de atuação mais importantes. O Encontro Deliberativo para a Juventude será realizado na Escola Municipal Filgueiras Lima (Av. Expedicionários, 3910 – Jardim América), a partir das 14 horas.
SOBRE O PPA A cada quatro anos, a Prefeitura Municipal de Fortaleza faz o planejamento de suas ações através do Plano Plurianual. Desta vez, serão eleitas as prioridades para o período que vai de 2010 a 2013. Os movimentos sociais, sindicatos, associações comunitárias, universidades, associações profissionais, cidadãos e cidadãs são convidados a participar do PPA. As atividades do PPA Participativo são divididas em três etapas: as Oficinas Preparatórias, os Encontros Deliberativos e o Congresso do PPA. As oficinas são o primeiro momento, onde é possível conhecer o funcionamento do Plano. Durante os Encontros Deliberativos, serão eleitos representantes da população. Estes delegados participarão do Congresso do PPA, discutindo e negociando com os secretários municipais as propostas apresentadas pela cidade. Ao final deste processo estará pronto o documento final do Plano Plurianual Participativo 2010-2013.
Sobre o FADOC – O fundo surgiu originalmente no início dos anos 80 com o intuito de fortalecer a dinâmica do trabalho da SOLSOC (Solidariedade Socialista) e dos seus parceiros. Hoje está presente em 13 países. A Juventude Alternativa Terrazul é uma das 14 entidades de base beneficiadas por esse fundo, estando inserida no eixo temático da Segurança e Soberania alimentar.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Gosto não se discute, TV brasileira sim!
Quem discute a liderança de audiência das novelas globais, ainda mais quando se trata da novela das oito? Particularmente, eu não gosto da novela de João Emanuel Carneiro, A Favorita. Certamente não é responsabilidade do autor que eu me posicione dessa forma... Ele não pode agradar a tod@s e nem é pago para isso. É pago para agradar a maioria dos telespectadores brasileiros. É claro que já parei em frente
à TV e assisti algumas partes desta novela. As relações entre as personagens são compostas de intrigas que aguçam a curiosidade do grande público. O que não podemos tolerar é que a cada minuto de programação se percam valores tão importantes da humanidade.
A grande maioria das novelas, filmes, peças, músicas e demais meios artísticos estão corrompidos pela ganância capitalista. O meu medo é que a lógica mercantil se impregne de tal forma nas entranhas artísticas até que a cultura se torne simplesmente um produto fútil vendido em qualquer esquina. Quantas mensagens subliminares se apresentam na novela das oito? Valores e contra-valores se chocam. A trama pode ser alvo de várias discussões com temas como gênero, sexualidade, violência, etnia e outros, porém existe um direcionamento ideológico do tema que está no mercado televisivo no momento da novela. De quem é a responsabilidade dos direcionamentos de todas as nuances presentes na obra? O objetivo, a meu ver, é ter sempre um público cativo de mais e mais telespectadores para aumentar o ibope e com isso os lucros. Que vença a melhor emissora, e vale jogo sujo! È a guerra do mundo real.
Temos que lutar por uma comunicação alternativa por meio da Internet e TVs públicas já que não existe uma regulamentação para a mudança da TV Brasileira. Nascem mais e mais programações e todos voltados para a lógica da alienação da população. A mudança também deve se dar em nós mesmos! Se tod@s que buscam uma alternativa para uma vida melhor derem sua contribuição na discussão crítica dos meios de comunicação, seja onde for: nas escolas, círculos de amizade, no lar, trabalho, organizações civis e outros, a mudança será possível.
É evidente que devemos contar com o poder público e exigir que a política não se direcione preferencialmente para o capital, mas para o bem social de fato!
Naturalmente a luta por programas de TV mais diversificados e abertos às alternativas de exposição da arte e cultura tão ricas desta terra, não se ganha sem as reivindicações e contestações pontuais, mas o fato é que mais um teledrama global surgiu e observamos a história se repetir (Caminho das Índias...), até quando vamos suportar este monopólio cultural? Falo aqui de forma genérica, é que o problema permeia uma série de campos de ação.Um exemplo são os sinais de captação de imagem: quem tem um canal de melhor qualidade? Quem pode pagar aos “melhores” artistas e torná-los mais famosos com sua aparição na TV, além de dominá-los por contratos? Quem compra direitos sobre transmissões como as olimpíadas ou copa do mundo? Quem é capaz de manipular a opinião pública? É claro que é quem tem o “poder do capital”. E onde está a liberdade para a diversificação de programações? A hora de acordar já passou, engajar-se na busca por dias melhores é algo urgente! Por uma comunicação justa, solidária e crítica!
“Nós assistimos televisão também, qual é a diferença?” (Renato Russo)

Edineuda Soares - Estudante de Economia UFC ,Escola de Formação da Juventude (FADOC) e Juventude Alternativa Terrazul, Coletivo Jovem de Meio Ambiente Ceará e atuou durante seis anos na PJMP (Pastoral da Juventude do Meio Popular)
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
"Juntos na Esperança"

Ana Laíse. Integrante da Escola de Formação para a Juventude (Realizada pela Juventude Terrazul e financiada pelo FADOC)
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Escola de formação capacita jovens em Segurança Alimentar e Ecossocialismo
A Escola de Formação para a Juventude realiza, até 22 de novembro, uma formação com 20 jovens, envolvendo integrantes da Juventude Alternativa Terrazul, estudantes de Biologia e Economia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e do grupo Liberdade do Amor entre Mulheres no Ceará (Lamce). As capacitações acontecem aos sábados, das 8h às 12h, no auditório da Central Única dos Trabalhadores e Trabalhadoras (CUT), em Fortaleza.
A formação é realizada com base em três eixos: Segurança Alimentar e Nutricional, Ecossocialismo e o contexto ambiental de Fortaleza. A partir desses eixos, são trabalhados temas como consumo consciente, discutindo a perspectiva do consumo de uma forma mais ampla, desde a relação com a cadeia de produção até o consumo final; agroecologia urbana, focando em alternativas como as hortas comunitárias e os jardins escola; e meio ambiente, a partir de um diagnóstico ambiental da cidade, no qual os jovens podem avaliar como o ordenamento urbano impacta o meio ambiente e traçam um olhar de como ficará a cidade no futuro, a partir do que está definido no plano diretor da cidade.
Segundo Isabelle Azevedo, técnica da Associação Civil Alternativa Terrazul, a idéia da formação partiu da necessidade de se discutir a segurança alimentar com os jovens, uma vez que a publicidade de produtos é direcionada de forma expressiva para esse público, tornando a participação deles decisiva nesse mercado. A partir disso, foram incorporados outros temas como os impactos ambientais que a cidade vem sofrendo com o padrão de consumo insustentável e as alternativas existentes para o contraponto a esse modelo de consumo, com a produção hortas domésticas, de produtos orgânicos, a criação de quintais sustentáveis e a mudança de comportamento em relação a esta problemática. Após a conclusão da formação, a escola pretende realizar um debate sobre ecossocialismo e ecologia política, com a participação de alguns dos jovens que receberam a formação, no Fórum Social Mundial, que acontecerá no Pará, no final de janeiro.
O projeto é realizado pela Associação Civil Alternativa Terrazul, com apoio do Fundo de Apoio para a Dinamização das Organizações Comunitárias de Base (FADOC). O FADOC surgiu no início dos anos 80, com o intuito de fortalecer a dinâmica do trabalho da SOLSOC (Solidariedade Socialista) e dos seus parceiros. Hoje, está presente em 13 países. A Juventude Alternativa Terrazul é uma das 14 entidades de base beneficiadas por esse fundo, estando inserida no eixo temático da Segurança e Soberania Alimentar.
Contato: (85) 3281.0246 alternativa.terrazul@terra.com.br
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
FADOC promove atividade em Natal
Juventude Terrazul lança Escola de Forma ção para a Juventude
Além disso, esteve presente a Presidente da Associação Alternativa Terrazul, Gabriela Batista, ressaltando a importância do FADOC para a Juventude Terrazul ao apresentar para os jovens presentes o histórico da ONG Terrazul.
A atividade inicial do projeto contou com a participação do representante de uma outra comunidade de base beneficiada pelo FADOC, o Cleinison, da Escola de Agroecologia de Santana do Acaraú que contou com um pouco da experiência da comunidade e sobre as atividades do projeto na região.
Ao final da apresentação, a confraternização de abertura ficou por conta da Coordenadora Nacional da Conferência Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, Neusa Barbosa, que fez a juventude cantar e dançar uma música indígena de saudação à mãe terra.
As aulas da Escola de Formação da Juventude terão início no próximo sábado, dia 18 de outubro, e irá discutir sobre os problemas ambientais da cidade de Fortaleza a partir do processo de ocupação da cidade.
Sobre o FADOC – O fundo surgiu originalmente no início dos anos 80 com o intuito de fortalecer a dinâmica do trabalho da SOLSOC (Solidariedade Socialista) e dos seus parceiros. Hoje está presente em 13 países. A Juventude Alternativa Terrazul é uma das 14 entidades de base beneficiadas por esse fundo, estando inserida no eixo temático da Segurança e Soberania alimentar.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Escola de Formação para a Juventude
Daremos início às atividades da Escola de Formação para a Juventude no dia 11 de outubro de 2008, a partir das 14 horas, no auditório da CUT-Ce. Será o momento de conhecermos melhor o projeto que idealizou essa escola, e também ás instituições e pessoas envolvidas.
O curso de formação pretende despertar e fomentar a nossa consciência crítica diante da realidade atual, chamando atenção para a crise ambiental planetária e suas conseqüências, na perspectiva de construir uma sociedade justa, equitativa, sustentável e ambientalmente sadia, capaz de promover e disseminar as idéias de uma alimentação saudável.
O curso terá duração de 40h/aula, divididas em 04 eixos programáticos para uma turma de 25 jovens integrantes da Juventude Terrazul e Convidados. Ele será facilitado por profissionais convidados.
Eixos da Escola:
1. Contextualização Ambiental – 15hs
1.1. A ocupação da cidade – 5hs
1.2. Diagnóstico Urbano de Fortaleza e Plano Diretor – 5hs
1.3 Biomas – 5hs
2. Ecossocialismo – 8hs
3. Segurança Alimentar e Juventude - 5hs
3.1 Mapa da Fome – 5h
4. Alternativas para a produção e o consumo consciente -12hs
4.1. Introdução à agricultura urbana – 4hs
4.2. Consumo Consciente – 4hs
4.3. Oficina de aproveitamento integral dos alimentos – 4hs
As datas e maiores informações serão repassadas no encontro do dia 11/10/2008.
É de extrema importância que tod@s se façam presentes em todos os momentos da escola, pois as temáticas que serão abordadas são complementares e não serão repetidas.
Desde já, agradecemos a participação de tod@s!
Saudações Ecossocialistas!
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Juventude Alternativa Terrazul recebe apoio para as suas Atividades
As organizações, movimentos e grupos que serão apoiados são divididos em dois eixos: Soberania Alimentar e Economia Solidária. São 10 grupos apoiados nessa primeira etapa do projeto entre eles: Associação de Mulheres Dendêsol (Fortaleza), Rede Xique Xique (Mossoró), Juventude Terrazul e etc.
A Juventude Alternativa Terrazul desenvolverá uma escola de formação para a juventude onde o foco é a questão ambiental, juventude e soberania alimentar. Terá formação, debates e seminários. Aguardem mais ações do projeto em breve!
